sexta-feira, 18 de setembro de 2009

SEXTA-FEIRA A NOITE




Então, ao entrar em casa, meu filho não dava um passo a frente, pois logo de início se deparaou com a escuridão descohnecida, e um busto bem antigo da família. Ele ficou inerte, e eu e meu cunhado não conseguíamos andar de tanta gargalhada... pois ele não emitia nenhum som, só que a entrada é estreita, e se ele não andava nós também não.
Tudo bem, nos esticamos todo para alcançarmos um interruptor de luz que, surpresa, acendia uma luz muito fraquinha, tive que pega-lo no colo, junto com as malas e algumas sacolas de comprar, mas quando acendeu a luz e ele identificou que estava na casa do dindo foi uma alegria só, vários brinquedos dele em cima da mesa, e tudo era novidade. Faziam meses que não íamos lá, e como o desenvolvimento de bebê para criança é muito rápido, tudo que via ele se emocionava, dizendo: "É meu..., é meu?... e este é meu?.. é meu! Eba!"
Bom farra de casa iniciada e partes da casa descobertas, acabou sentindo falat do dindo.
Tivemos que explicar que o dindo estava no colégio (Ele é professor universitário). Tudo bem, até esqueceu minutos depois. Quando já tinha sido tudo desvendado, e as brincadeiras sendo menos agitadas, quem entra pela porta? DINDO! Nossa parecia que a anos não se viam, foi beijo, agarrão, risos, e muitas histórias de nossas aventuras de chegada a uma cidade diferente.
Para finalizar a estória de sexta-feira tenho que dizer que fomos dormir por volta de 03:00 da manhã. Foi ótimo.
E finalmente irei entrar no dia de sábado.


beijos e beijokas

Um comentário:

  1. Imagino a alegria do encontro. É uma sorte ter tios assim. Mas, pelo visto, este menino quando crescer vai ser um boêmio. Como gosta de dormir tarde, heim?! Bjs.

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