Oi gente, estou aqui hoje para contar sobre alguns trechos de sábado.
Bom, passei parte do dia sozinha com meu filhote, e após descer da minha casa ao centro a pé, fomos direto para a Praça do Suspiro.
Achei que seria ótimo uma caminhada, então resovi descer a pé, o que significa o seguinte: 1km da minha casa até a Igreja Matriz, ok? 1 criança de dois anos e 3 meses, ok? Loucura não é mesmo? Mas achei que seria divertido, até que foi, mas assim... estamos retirando a fralda do meu filho, ou seja ,de ponto em ponto tinha que abaixar a calça dele, e perguntar se queria fazer xixi.
No meio do caminho fizemos uma pausa na padaria, para tomarmos um picolé. Esta padaria no meio do caminho, é o único contato com o mundo exterior, o resto era chão.
Saí de lá com uma garrafinha de guaraná nas mãos, para o caso da sede. E lá se vai... pernas para que te quero.
O início do passeio foi ótimo, claro, sol quentinho e céu azul, passou a padaria já era céu azul em terras de Egito.
Meu filho já estava sendo arrastado pelas minhas mãos e pra variar um cachorro enorme daqueles que impõe respeito, resolveu nos acompanhar trecho a baixo, e meu filho que adora um cão resolveu fazer amizade, e eu morrendo de medo, e ele feliz da vida novamente. Mais 1km e chegamos na Praça do Suspiro.
Era dia de vacinação, Campanha importante, sequência de vacinas, eu teria que ainda levar meu filho mais um trecho até chegar o Posto de vacinação. Tive uma idéia ótima, Vamos à Cavalo! quer dizer ele né... subiu a charretinha, e eu seguindo acompanhando até o Posto, de lá o cara da Charrete não tinha troco para a minha nota, mas saiu com a garantia de retorno à praça e com mais gente na charrete, Lucro certo!
Achei que seria ótimo uma caminhada, então resovi descer a pé, o que significa o seguinte: 1km da minha casa até a Igreja Matriz, ok? 1 criança de dois anos e 3 meses, ok? Loucura não é mesmo? Mas achei que seria divertido, até que foi, mas assim... estamos retirando a fralda do meu filho, ou seja ,de ponto em ponto tinha que abaixar a calça dele, e perguntar se queria fazer xixi.
No meio do caminho fizemos uma pausa na padaria, para tomarmos um picolé. Esta padaria no meio do caminho, é o único contato com o mundo exterior, o resto era chão.
Saí de lá com uma garrafinha de guaraná nas mãos, para o caso da sede. E lá se vai... pernas para que te quero.
O início do passeio foi ótimo, claro, sol quentinho e céu azul, passou a padaria já era céu azul em terras de Egito.
Meu filho já estava sendo arrastado pelas minhas mãos e pra variar um cachorro enorme daqueles que impõe respeito, resolveu nos acompanhar trecho a baixo, e meu filho que adora um cão resolveu fazer amizade, e eu morrendo de medo, e ele feliz da vida novamente. Mais 1km e chegamos na Praça do Suspiro.
Era dia de vacinação, Campanha importante, sequência de vacinas, eu teria que ainda levar meu filho mais um trecho até chegar o Posto de vacinação. Tive uma idéia ótima, Vamos à Cavalo! quer dizer ele né... subiu a charretinha, e eu seguindo acompanhando até o Posto, de lá o cara da Charrete não tinha troco para a minha nota, mas saiu com a garantia de retorno à praça e com mais gente na charrete, Lucro certo!
Tudo estava muito calmo no Posto, pra dia de vacinação? Nossa, lá tem pula pula, algodão doce, pipoca, tudo para acalmar as crianças antes e depois da vacina, mas... hoje não tinha nada. Meu filho sempre tomou as vacinas muito bem, de forma que era elogiado ao final (orgulho da mamãe rs), mas hoje NÃO!
A minha figurinha teve que ser segurada a força pra tomar vacina, ai que dó... GENTE ERA GOTINHA!!!
E desta vez não teve bolinha para amaciar, enfim, saímos e voltamos até a Praça do Suspiro.
Lá fervendo de bolinhas do Zé Gotinha... cheio de crianças. Paguei a Charrete, não só uma mas três vezes... meu filho estava adorando dar voltinhas na Praça sob uma charrete super colorida e um mini cavalo, suado e triste de tanto trabalhar sol a pino!
Chega! Fomos fazer outras coisas. Pula Pula...3 vezes, ele nunca se contenta com uma única vez.
Parquinho de areia, de pedrinhas, até que por curiosidade fui ver o preço do Teleférico. Eu havia escutado que para quem era morador de Nova Friburgo havia um certo desconto, então fui lá conferir. Era assim: R$15 reais o 1° estágio e R$20 reais os dois estágios. Mas para morador tudo saia a R$5 reais, mas tinha que ter um comprovante de residência, e eu não tinha, até que o rapaz da cabine sugeriu ver a minha identidade, e lá consta Nova Friburgo, fui salva! Agarrei meu filho, coloquei os pés nas bolinhas, e trumpt, estávamos sentados nas cadeirinhas sem os pés no chão. Naquele momento eu já estava completamente arrependida, e pensava: "Que idiota, que idiota. Já pensou se ele começa a ter uma reação ruim aqui? o que que eu vou fazer? nada né? vou rezar..." E cada vez que rezava, mais alto ficava a distância entre meus pés e o chão. E eu agarrada ao meu filho, gente acho que estava até machucando ele de tanto que o apertada contra o meu corpo.
Era tão desesperador, não tenho nem como comentar muito sobre o ocorrido, que só de lembrar me dá frio na barriga.
O Teleférico subia, e a medida, que subia o meu coração ia ficando pequeneninho. A trava do banco pegava na altura da testa do meu filho, que estava no meu colo. Mas ele estava amarradão, via os cavalos lá em baixo ficando pequeneninhos. E passava um banquinho amarelo, ele gritava: "amarelo", e passava o vermelho: "vermelho", e quando passava com alguém dentro ele gritava: "Oi, tô subindoooooooo!". Enfim chegamos, é uma subida de 8 minutos, é super agradável, mas não senti prazer nem um pouquinho.
Já lá em cima tinha muitos briquedos de crianças, e ele foi em todos, até que percebeu um dinossauro tamanho natural, onde as pessoas entravam na boca e saiam na barriga, ele estava horrorizado com aquilo, odiou. E eu pensando como é que iríamos descer, pois a sensação de queda na descida é maior, e o teleférico passa por baixo do pescoço do dinossauro, e ele nem queria chegar perto dele. 2° estágio nem se eu fosse louca, já foi um sofrimento danado subir um estágio e ainda ter que aguentar mais 13 minutos, porque o segundo estágio tem um percurso de 13 minutos...nunquinha! De repente ele começou a gritar: "vermelho, amarelo, vermelho, amarelo", ele estava vendo as cadeiras subindo e girando na rotatória, foi nessa que eu perguntei, vamos?
e na hora, vapt e vupt, agarrei meu filho contra o meu corpo, como se estivesse salvando ele de alguma coisa, coloquei os meus pés no lugar indicado e prumpt, estávamos descendo, ele nem percebeu o pescoço do Dinossauro sobre nossas cabeças UFA!
Descemos mais tranquilos, quer dizer, eu estava agarrada a ele, mas foi mais tranquilo, até que: STOP. Parou, genteeeeeeeeeee, o teleférico parou! No ponto mais alto, onde cair era estrago na certa, bem em cima do Pátio do Tiro de Guerra, era só mais uns vinte metros e estávamos em terra firme, e continua... mais alguns metros e stop de novo, e continua, e chegamos.
Como é que eu pude fazer esta loucura? E o mais legal de tudo foi que ele se amarrou e queria ir de novo, mas inventei qualquer desculpa e levei no parquinho de areia. Lá ele tirou a sandalinha e brincou bastante, e eu sentada no muro, acendi um cigarrinho de alívio, estamos salvos, e não conseguia parar de pensar na besteira que fiz, apaguei o cigarro na grama atrás de mim e lá fiquei observando o meu filho brincando à beça.
Parece mentira, senti minha mão queimando, e sem me mexer tentei peceber o que poderia estar acontecendo. Deus estava me castigando? Não, eram as formigas se vingando por eu ter destruído a casa delas com o cigarro, vieram milhares daquelas formiguinhas miudinhas e com o ferrão de uma abelha, e só tum tum tum na minha mão me picando, ai que dor. Paguei pelo meu erro.
Meu telefone tocou, era finalemnte o meu irmão que queria me encontrar para passar um tempo da tarde conosco e irmos para a casa. Estávamos preparados para irmos dormir na casa do Lelê e Karine. Eles tem um coelho branco lindo, e seria uma farra danada estar lá com meu filho.
Depois eu conto como foi.
Bjs e bjks
Chega! Fomos fazer outras coisas. Pula Pula...3 vezes, ele nunca se contenta com uma única vez.
Parquinho de areia, de pedrinhas, até que por curiosidade fui ver o preço do Teleférico. Eu havia escutado que para quem era morador de Nova Friburgo havia um certo desconto, então fui lá conferir. Era assim: R$15 reais o 1° estágio e R$20 reais os dois estágios. Mas para morador tudo saia a R$5 reais, mas tinha que ter um comprovante de residência, e eu não tinha, até que o rapaz da cabine sugeriu ver a minha identidade, e lá consta Nova Friburgo, fui salva! Agarrei meu filho, coloquei os pés nas bolinhas, e trumpt, estávamos sentados nas cadeirinhas sem os pés no chão. Naquele momento eu já estava completamente arrependida, e pensava: "Que idiota, que idiota. Já pensou se ele começa a ter uma reação ruim aqui? o que que eu vou fazer? nada né? vou rezar..." E cada vez que rezava, mais alto ficava a distância entre meus pés e o chão. E eu agarrada ao meu filho, gente acho que estava até machucando ele de tanto que o apertada contra o meu corpo.
Era tão desesperador, não tenho nem como comentar muito sobre o ocorrido, que só de lembrar me dá frio na barriga.
O Teleférico subia, e a medida, que subia o meu coração ia ficando pequeneninho. A trava do banco pegava na altura da testa do meu filho, que estava no meu colo. Mas ele estava amarradão, via os cavalos lá em baixo ficando pequeneninhos. E passava um banquinho amarelo, ele gritava: "amarelo", e passava o vermelho: "vermelho", e quando passava com alguém dentro ele gritava: "Oi, tô subindoooooooo!". Enfim chegamos, é uma subida de 8 minutos, é super agradável, mas não senti prazer nem um pouquinho.
Já lá em cima tinha muitos briquedos de crianças, e ele foi em todos, até que percebeu um dinossauro tamanho natural, onde as pessoas entravam na boca e saiam na barriga, ele estava horrorizado com aquilo, odiou. E eu pensando como é que iríamos descer, pois a sensação de queda na descida é maior, e o teleférico passa por baixo do pescoço do dinossauro, e ele nem queria chegar perto dele. 2° estágio nem se eu fosse louca, já foi um sofrimento danado subir um estágio e ainda ter que aguentar mais 13 minutos, porque o segundo estágio tem um percurso de 13 minutos...nunquinha! De repente ele começou a gritar: "vermelho, amarelo, vermelho, amarelo", ele estava vendo as cadeiras subindo e girando na rotatória, foi nessa que eu perguntei, vamos?
e na hora, vapt e vupt, agarrei meu filho contra o meu corpo, como se estivesse salvando ele de alguma coisa, coloquei os meus pés no lugar indicado e prumpt, estávamos descendo, ele nem percebeu o pescoço do Dinossauro sobre nossas cabeças UFA!
Descemos mais tranquilos, quer dizer, eu estava agarrada a ele, mas foi mais tranquilo, até que: STOP. Parou, genteeeeeeeeeee, o teleférico parou! No ponto mais alto, onde cair era estrago na certa, bem em cima do Pátio do Tiro de Guerra, era só mais uns vinte metros e estávamos em terra firme, e continua... mais alguns metros e stop de novo, e continua, e chegamos.
Como é que eu pude fazer esta loucura? E o mais legal de tudo foi que ele se amarrou e queria ir de novo, mas inventei qualquer desculpa e levei no parquinho de areia. Lá ele tirou a sandalinha e brincou bastante, e eu sentada no muro, acendi um cigarrinho de alívio, estamos salvos, e não conseguia parar de pensar na besteira que fiz, apaguei o cigarro na grama atrás de mim e lá fiquei observando o meu filho brincando à beça.
Parece mentira, senti minha mão queimando, e sem me mexer tentei peceber o que poderia estar acontecendo. Deus estava me castigando? Não, eram as formigas se vingando por eu ter destruído a casa delas com o cigarro, vieram milhares daquelas formiguinhas miudinhas e com o ferrão de uma abelha, e só tum tum tum na minha mão me picando, ai que dor. Paguei pelo meu erro.
Meu telefone tocou, era finalemnte o meu irmão que queria me encontrar para passar um tempo da tarde conosco e irmos para a casa. Estávamos preparados para irmos dormir na casa do Lelê e Karine. Eles tem um coelho branco lindo, e seria uma farra danada estar lá com meu filho.
Depois eu conto como foi.
Bjs e bjks


São essas as loucuras que fazemos quando somos jovens. Eu também fiz uma loucura dessas, mas no meu caso o bebê estava na minha barriga (7 meses de gravidez. Foi no mesmo teleférico quando de um passeio a Friburgo. Eu acho que o pior é a adrenalina de saber que está fazendo besteira.Nossa, é um sufoco, mas no fim dá tudo certo. Bjs.
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